A rotina que não cabe no dia
Trabalho em excesso, cobrança constante, as necessidades de todo mundo na frente das suas. No fim do dia, sobra cansaço e não sobra você.
Leila Coutinho · CRP 06/184895
Terapia Cognitivo-Comportamental para adultos que vivem sob pressão, descontam as emoções na comida e sentem culpa logo depois. Sem dieta, sem julgamento e sem promessa de emagrecimento.
Quem eu atendo
A maior parte das pessoas que chegam até mim já tentou de tudo para "se controlar". O que ninguém explicou é que o impulso costuma vir de outro lugar.
Trabalho em excesso, cobrança constante, as necessidades de todo mundo na frente das suas. No fim do dia, sobra cansaço e não sobra você.
Ansiedade, estresse, tristeza ou tédio aparecem e a vontade vem junto: algo doce, agora. Não é fome — é uma tentativa de aliviar o que está sendo sentido.
Depois vêm o arrependimento e a autocrítica — que geram mais desconforto e levam de volta à comida. É um ciclo, e ciclos se interrompem com método.
Você se reconhece?
Saber o que fazer não é o mesmo que conseguir fazer.
Como funciona o processo
A Terapia Cognitivo-Comportamental é ativa, focada no presente e orientada a objetivos. Cada etapa prepara a seguinte — e nenhuma delas passa por dieta.
Começamos entendendo a sua história, a sua rotina e o contexto em que a alimentação virou uma forma de lidar com as emoções. Realizo também entrevistas diagnósticas quando o caso pede.
Você aprende a distinguir fome física de fome emocional e a reconhecer o que antecede o impulso: qual emoção, qual situação, qual pensamento automático aparece antes.
Com as ferramentas da TCC, modificamos os pensamentos que sustentam o ciclo e construímos outras formas de acolher a emoção difícil — sem que a comida precise ocupar esse lugar.
Conforme o autoconhecimento, a autoestima e o equilíbrio emocional se fortalecem, você desenvolve estratégias próprias para enfrentar os desafios do dia a dia.
Como eu trabalho
Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e intervenções fundamentadas em evidências. Você entende o porquê de cada passo, não recebe conselhos genéricos.
Antes da Psicologia, construí duas décadas de carreira corporativa. Conheço por dentro a rotina de metas, cobrança e sobrecarga que alimenta a ansiedade que você sente.
Atuo nos três ao mesmo tempo, porque eles se sustentam mutuamente. Mexer em um só deixa o ciclo intacto — e é por isso que tantas tentativas anteriores não se sustentaram.
Quem vai te acompanhar
Sou psicóloga clínica e atuo pela Terapia Cognitivo-Comportamental, uma abordagem baseada em evidências, voltada a mudanças reais na forma como você pensa, sente e age.
Atendo adultos que convivem com ansiedade, estresse, sobrecarga emocional, procrastinação, baixa autoestima, dificuldades nos relacionamentos, depressão, síndrome do pânico e desafios ligados à alimentação emocional.
Ao longo da trajetória, percebi um padrão: pessoas que colocam as necessidades de todos à frente das próprias, trabalham em excesso e encontram na comida uma tentativa de aliviar o sofrimento — logo seguida de culpa e da sensação de perda de controle. É nesse contexto que concentro minha atuação, com um atendimento acolhedor, ético e humanizado.
Essa é uma das dúvidas mais comuns. A fome física costuma surgir de forma gradual e pode ser satisfeita com diferentes tipos de alimentos. Já a fome emocional aparece de repente, geralmente acompanhada de uma vontade intensa de comer algo específico, como doces ou alimentos muito calóricos.
Na terapia, aprendemos a identificar os sinais do corpo e as emoções que antecedem esse impulso. Com o tempo, fica mais fácil reconhecer quando a comida está sendo usada para aliviar sentimentos como ansiedade, estresse, tristeza ou frustração.
Sim. Muitas pessoas utilizam a comida como uma forma de recompensa ou conforto emocional. Pensamentos como "eu mereço" ou "preciso comer para relaxar" são bastante comuns.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para identificar esses pensamentos automáticos e compreender se eles realmente ajudam ou apenas mantêm um ciclo que gera culpa e sofrimento. O objetivo não é proibir alimentos, mas desenvolver outras formas de cuidar das emoções.
Esse é um ciclo muito frequente na alimentação emocional. Geralmente acontece assim: uma emoção difícil leva à comida, depois surgem culpa, frustração ou autocrítica e, para aliviar esse desconforto, a pessoa volta a comer.
Na terapia, buscamos interromper esse ciclo desenvolvendo maior consciência sobre os gatilhos emocionais, reduzindo a culpa e construindo estratégias mais saudáveis para lidar com as emoções.
Não necessariamente. Muitas pessoas sentem dificuldade diante de ambientes com grande oferta de alimentos, principalmente quando estão estressadas, ansiosas ou seguem regras muito rígidas sobre alimentação no dia a dia.
Na terapia, trabalhamos para que esses momentos deixem de ser motivo de sofrimento. O foco é desenvolver uma relação mais equilibrada com a comida, sem culpa, sem extremos e sem a sensação de perda de controle.
Sim. O objetivo da terapia não é focar apenas no peso, mas na relação que você constrói com a comida e com suas emoções.
Ao compreender os gatilhos emocionais, modificar padrões de pensamento e desenvolver estratégias mais saudáveis para enfrentar situações difíceis, é possível conquistar mais equilíbrio, melhorar a autoestima, reduzir a ansiedade e aumentar a qualidade de vida. Quando o comportamento muda de forma consistente, as mudanças tendem a ser mais sustentáveis do que aquelas baseadas apenas em restrições alimentares.
Me conte, sem compromisso, o que você está sentindo. A partir daí entendemos se a terapia faz sentido para o seu momento.
Agendar minha conversaAtendimento online para todo o Brasil · Terapia Cognitivo-Comportamental · CRP 06/184895