Leila Coutinho · Psicóloga: TCC para ansiedade e comer emocional
Leila Coutinho Saraiva, psicóloga, de pé em seu consultório

Leila Coutinho · CRP 06/184895

Psicóloga online: TCC para ansiedade e comer emocional. Existe outro caminho.

Terapia Cognitivo-Comportamental para adultos que vivem sob pressão, descontam as emoções na comida e sentem culpa logo depois. Sem dieta, sem julgamento e sem promessa de emagrecimento.

20+anos no mundo corporativo
TCCbaseada em evidências
Onlinede qualquer lugar do Brasil

Quem eu atendo

Talvez não seja sobre comida.

A maior parte das pessoas que chegam até mim já tentou de tudo para "se controlar". O que ninguém explicou é que o impulso costuma vir de outro lugar.

A rotina que não cabe no dia

Trabalho em excesso, cobrança constante, as necessidades de todo mundo na frente das suas. No fim do dia, sobra cansaço e não sobra você.

A emoção que termina na comida

Ansiedade, estresse, tristeza ou tédio aparecem e a vontade vem junto: algo doce, agora. Não é fome — é uma tentativa de aliviar o que está sendo sentido.

A culpa que reinicia o ciclo

Depois vêm o arrependimento e a autocrítica — que geram mais desconforto e levam de volta à comida. É um ciclo, e ciclos se interrompem com método.

Leila Coutinho Saraiva, psicóloga, em seu consultório

Você se reconhece?

Sinais de que a comida virou a válvula de escape.

Saber o que fazer não é o mesmo que conseguir fazer.

  • A vontade de comer aparece de repente, sempre por um alimento específico.
  • Depois de um dia difícil, comer parece a única recompensa possível.
  • A correria não deixa espaço para cuidar de você — e comer é o alívio mais rápido.
  • A culpa chega logo em seguida — e ela mesma leva de volta à comida.
  • Festas e confraternizações viram fonte de ansiedade, não de prazer.
  • Regras rígidas sobre alimentação duram alguns dias e desabam depois.

Como funciona o processo

Um caminho claro, construído com você.

A Terapia Cognitivo-Comportamental é ativa, focada no presente e orientada a objetivos. Cada etapa prepara a seguinte — e nenhuma delas passa por dieta.

  1. Avaliação

    Começamos entendendo a sua história, a sua rotina e o contexto em que a alimentação virou uma forma de lidar com as emoções. Realizo também entrevistas diagnósticas quando o caso pede.

  2. O mapa dos gatilhos

    Você aprende a distinguir fome física de fome emocional e a reconhecer o que antecede o impulso: qual emoção, qual situação, qual pensamento automático aparece antes.

  3. Estratégias práticas

    Com as ferramentas da TCC, modificamos os pensamentos que sustentam o ciclo e construímos outras formas de acolher a emoção difícil — sem que a comida precise ocupar esse lugar.

  4. Autonomia

    Conforme o autoconhecimento, a autoestima e o equilíbrio emocional se fortalecem, você desenvolve estratégias próprias para enfrentar os desafios do dia a dia.

Como eu trabalho

Três experiências que raramente caminham juntas.

Método com base científica

Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e intervenções fundamentadas em evidências. Você entende o porquê de cada passo, não recebe conselhos genéricos.

Vinte anos dentro da pressão

Antes da Psicologia, construí duas décadas de carreira corporativa. Conheço por dentro a rotina de metas, cobrança e sobrecarga que alimenta a ansiedade que você sente.

Emoção, alimentação e autoestima

Atuo nos três ao mesmo tempo, porque eles se sustentam mutuamente. Mexer em um só deixa o ciclo intacto — e é por isso que tantas tentativas anteriores não se sustentaram.

Retrato de Leila Coutinho Saraiva sentada em seu consultório

Quem vai te acompanhar

Leila Coutinho Saraiva

Sou psicóloga clínica e atuo pela Terapia Cognitivo-Comportamental, uma abordagem baseada em evidências, voltada a mudanças reais na forma como você pensa, sente e age.

Atendo adultos que convivem com ansiedade, estresse, sobrecarga emocional, procrastinação, baixa autoestima, dificuldades nos relacionamentos, depressão, síndrome do pânico e desafios ligados à alimentação emocional.

Ao longo da trajetória, percebi um padrão: pessoas que colocam as necessidades de todos à frente das próprias, trabalham em excesso e encontram na comida uma tentativa de aliviar o sofrimento — logo seguida de culpa e da sensação de perda de controle. É nesse contexto que concentro minha atuação, com um atendimento acolhedor, ético e humanizado.

  • Graduação em Psicologia pela Universidade São Judas
  • Especialização em Psicologia Baseada em Evidências — Terapias Cognitivo-Comportamentais
  • Formação em TCC na prática clínica e em Psicopatologia (DSM-5-TR)
  • Administração de Empresas com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas
  • Mais de 20 anos de experiência no ambiente corporativo
Registro profissional: CRP 06/184895 Ver depoimentos no Conexa Saúde
Como saber se estou com fome de verdade ou se estou comendo por ansiedade?

Essa é uma das dúvidas mais comuns. A fome física costuma surgir de forma gradual e pode ser satisfeita com diferentes tipos de alimentos. Já a fome emocional aparece de repente, geralmente acompanhada de uma vontade intensa de comer algo específico, como doces ou alimentos muito calóricos.

Na terapia, aprendemos a identificar os sinais do corpo e as emoções que antecedem esse impulso. Com o tempo, fica mais fácil reconhecer quando a comida está sendo usada para aliviar sentimentos como ansiedade, estresse, tristeza ou frustração.

Sempre que tenho um dia difícil, sinto que mereço comer alguma coisa. Isso é normal?

Sim. Muitas pessoas utilizam a comida como uma forma de recompensa ou conforto emocional. Pensamentos como "eu mereço" ou "preciso comer para relaxar" são bastante comuns.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para identificar esses pensamentos automáticos e compreender se eles realmente ajudam ou apenas mantêm um ciclo que gera culpa e sofrimento. O objetivo não é proibir alimentos, mas desenvolver outras formas de cuidar das emoções.

Por que eu como, me arrependo e depois acabo comendo de novo?

Esse é um ciclo muito frequente na alimentação emocional. Geralmente acontece assim: uma emoção difícil leva à comida, depois surgem culpa, frustração ou autocrítica e, para aliviar esse desconforto, a pessoa volta a comer.

Na terapia, buscamos interromper esse ciclo desenvolvendo maior consciência sobre os gatilhos emocionais, reduzindo a culpa e construindo estratégias mais saudáveis para lidar com as emoções.

Tenho dificuldade para me controlar em festas e confraternizações. Isso significa que tenho um transtorno alimentar?

Não necessariamente. Muitas pessoas sentem dificuldade diante de ambientes com grande oferta de alimentos, principalmente quando estão estressadas, ansiosas ou seguem regras muito rígidas sobre alimentação no dia a dia.

Na terapia, trabalhamos para que esses momentos deixem de ser motivo de sofrimento. O foco é desenvolver uma relação mais equilibrada com a comida, sem culpa, sem extremos e sem a sensação de perda de controle.

A terapia pode me ajudar mesmo que eu não queira emagrecer?

Sim. O objetivo da terapia não é focar apenas no peso, mas na relação que você constrói com a comida e com suas emoções.

Ao compreender os gatilhos emocionais, modificar padrões de pensamento e desenvolver estratégias mais saudáveis para enfrentar situações difíceis, é possível conquistar mais equilíbrio, melhorar a autoestima, reduzir a ansiedade e aumentar a qualidade de vida. Quando o comportamento muda de forma consistente, as mudanças tendem a ser mais sustentáveis do que aquelas baseadas apenas em restrições alimentares.

O primeiro passo é uma conversa, não uma dieta.

Me conte, sem compromisso, o que você está sentindo. A partir daí entendemos se a terapia faz sentido para o seu momento.

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